Mosca toys

Encontrei um diagrama que havia perdido há alguns anos.

Acreditem ou não, tentei criar uma toalhinha com o tema “Moscas”, e havia um box ao lado ensinado a ter diversão com esses insetos nojentos. Foi bem no comecinho, há uns 10 anos, eu era um novato nas toalhinhas e não havia ainda mensurado os limites entre criatividade e estapafúrdia. Nem havia relacionado o binômio mosca/bactéria em um recinto onde se vende comida.

Mas naquela época eu cheguei a fazer esse brinquedo. Não com quatro moscas, mas com uma, daquelas varejeiras azuis bem gordas, e funcionou! Ela até escapou por uma fresta e foi voando para o infinito. Talvez tenha se arrebentado na teia de alguma aranha. Lembra a cena da mosca berrando por socorro de “A Mosca da Cabeça Branca” que fez gelar minhas partes íntimas quando criança (“socoooorroo, purr favoor, miajuuudem!” em vozinha falseada).

Outra brincadeira envolvendo moscas e crianças pobres, sádicas e solitárias é o número da mosca amestrada de circo.
Você pega uma mosca com cuidado (tem um know-how zenbudista pra fazer isso), cola as costas da mosca em um palito de fósforo com uma micropitada de Superbonder (tem que ser muito, muito pouco senão a cola mata a mosca) e aí você raspa a geladeira de isopor da sua mãe até soltar as bolinhas. Espete uma bolinha de isopor num alfinete e coloque em cima das patas da mosca.

E eis que a mosquinha começa a girar a bolinha de isopor, issa!

Era uma brincadeira ótima pra fazer na faculdade, mas não impressionava muito as garotas.

Não pode se esquecer de lavar as mãos depois disso, você não imagina onde esse bicho põe as patas e a quantidade de bactérias que moram nele.