Fast Girl #130 – Josie
Josie, a Chaninha, antes de dormir.
Josie, a Chaninha, antes de dormir.
Big Girls, your are beautiful, assim disse Mika! Feito no Painter XI, carvão digital.
A Claire maluca, ou Rousseau 2.0, só consegue ser uma Fast Girl de um universo das Lost Girls por causa do bebê caveira de cachorro. A ferramenta que usei no Corel Painter XI é pincel Sumie digital pelo de camelo. Corre macio, macio no papel feito barriga de coelho. Update: Tremei, como disse abaixo o [...]
Fast Girl na hora do almoço, enquanto a Páscoa não vem. Como a proposta inicial era desenhar ícones femininos da cultura pop, quer mais ícone do que as Coelhinhas da Playboy, terror das feministas e meta de vida de uma ex-BBB? Marcelo Daldoce que o diga.
Shazam para todos!! Usando um pincel de menor tamanho no Painter XI, sem caprichar muito no acabamento.
Estava vendo o Oscar com um olho no peixe, vulgo trabalho, e outro no gato, vulgo TV. Quando apareceram os candidatos ao Oscar de melhor animação (aliás merecidamente ganho por “Up” e seus maravilhosos e lacrimejantes primeiros 10 minutos), meus olhos deram um estalo de joelho de velho quando vi um pedacinho de um desenho [...]
Sorry pela falta dos filminhos, tempo infelizmente não se compra por quilo em supermercado. Hiro’s Fast Girl # 118 – Cammy from Hiro Kawahara on Vimeo.
Pra quem é ou foi publicitário como eu, Mad Men é uma série que equivale a House pra quem é médico. Se um dia eu tiver um império ilustrativo com uma empresa com 40 funcionários desenhando pra mim enquanto eu espremo sorvete entre os dedos do pés pra passar o tempo, hei de contratar uma [...]
Bioshock 2 é bom, mas é o jogo mais curto que já joguei. Pá, pum, game over.
Eis o filminho da menina invocada. Fast Girl # 109 – Hit Girl from Hiro Kawahara on Vimeo.
Sim, essa cena passou com o Gato de Botas em Shrek 3. Tenho que tomar cuidado. Se eu disser que não gostei de Avatar, é capaz do porteiro do meu prédio receber ameaças de morte. Em língua Na’vi.
Ahem, peguei o gosto de carregar no traço. Isso muito ruim, atraído pelo lado negro do desenho. Mão de ferro em 2010, não não. Desenhar urgente no papel preciso.
Eis a moça, eis o macaco. Fast Girl # 103 – Jayce from Hiro Kawahara on Vimeo.
Space Ghost era um Batman branquinho sem orelhas, Jan era um Robin modelo básico, Jayce era o elemento eliminador de suspeita de homossexualidade e o macaquinho era dispensável. O mais legal é que eles eram criação de Alex Toth. “O” Alex Toth. Um daqueles caras que você abaixa a cabeça em reverência quando fala o [...]
Foi-se o tempo em que eu tinha tempo e disposição para jogar Final Fantasy e aturar os diálogos longos e impossíveis de pular, como se fossem filminhos de Hugos Chavez conversando com ele mesmo. É aquele tipo de jogo odioso que, se ficar uns dias sem jogar, você esquece tudo o que tem que fazer, [...]
Postado. Fui. Hiro’s Fast Girl # 96 – Trixie from Hiro Kawahara on Vimeo.
Tron era o equivalente ao “Avatar” na época em que se jogava Atari, especificamente Enduro durante horas esperando o jogo acabar, mas não acabava porque não tinha fim. Era bem dark para os padrões Disney da época. Além do pastel oleoso digital do Painter XI, usei o pincel FX Neon, e não é que a [...]
Sheila, a delicinha ruiva de “Caverna do Dragão”, tirava o ar do peito e outras coisas também de muitos adolescentes que, como dizia Evandro Mesquita na época da Blitz, viviam com o farol baixo e parachoque duro.
Desculpem a falta de posts, mas anos pares vem chegando e com eles Copa do Mundo e Olimpíada, e manadas elefantescas na forma de jobs param nessas datas na minha mesa. 4 lâminas de bandeja com o tema Copa do Mundo é pedir pra tirar leite de boi, e isso são apenas metade dos pedidos [...]
Mais cheiro de mofo, Jornada nas Estrelas era o equivalente de Lost na época da TV Globinho e da voluptosa Paula Saldanha, amadurecedora de gônadas de adolescentes naqueles anos de chumbo. Tenente Uhura, que tinha nome mais japonês que o Tenente Sulu, e vestia vermelho e não morria. Em homenagem a um dos episódios mais [...]
Uma homenagem para todos aqueles que também achavam que estavam jogando com a Zelda e não com um substantivo clicável na internet. As ilustrações do manual e concepts do jogo The Wind Waker são danados de bom até hoje. E o jogo também era muito bonito, muito cuti.