Fast Girl # 18 – Bonequinha de Luxo

Nem só de Star Trek vive um nerd.

Na opinião deste humilde servo, nunca houve no cinema uma mulher tão linda e elegante como Audrey Hepburn. Megan Fox é cutícula de dedão perto dela (no caso específico dela, um dedão com unha desproporcionalmente pequena).
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“Bonequinha de Luxo – Breakfast at Tiffany’s” deveria ser visto por todas adolescentes, para terem um modelo de inspiração um pouco melhor e por todas as mulheres mais crescidas pra entender a diferença entre o chique e o elegante. E por todos os homens também, pra ver que nem só modelo de propaganda de cerveja define o universo feminino.

É um filme hipnotizante, impossível resistir aos olhos do gato de botas do Shrek que a personagem Holly Golithly faz.

E a música “Moon River” do Henry Mancini gruda na cabeça feito chiclete no cabelo.

7 Bilhões de lâminas de bandeja

Jabásico da vez, segue a lâmina de bandeja do McDonald’s que ilustrei no Painter 12 (não fiz o texto, já veio pronto) anunciando com trombetas no tom que você desejar os 7 bilhões de inquilinos do planeta Terra. Ou, se o mundo fosse um vagão do metrô Barra Funda-Itaquera as 6 da tarde, levando uma panela de feijão quente nos braços. O que, na verdade, não é verdade, porque se toda essa renca de 7 bilhões fosse espremida de ombro a ombro, todos caberiam numa cidade pequena sem semáforo e com um posto de gasolina.
Clique na imagem que ela cresce feito coração de mãe.

Só curiosidade: Até hoje foram impressas cerca de (3.500.000.000) 3,5 bilhões de lâminas de bandeja, em 18 anos de existência. Man vs. food ao longo dos tempos.

Feita no espelho

Audrey Hepburn de cabelo joãozinho ou a vizinha incrivelmente lésbica do andar de baixo? Podia dizer em tom solene que ela faz parte da série “Fast Girls 2.0″, mas a verdade se glamour é que é um teste aham-aham da ferramenta “Mirror” do Painter 12 com um pincel de púbis de camelo bem bacanudo. Faz tempo que não desenho nada sem compromisso antes do almoço.

Coisas curiosas sobre coisas gostosas

Esse é o título da novíssima lâmina de bandeja do McDonald’s, que entrou nas lojas agorinha.

Clica na imagem pra ela expandir feito pãozinho na sopa.

É um tema um pouco árido, mas é nessa aridez que a gente tem que arrancar a criatividade, não importa o tamanho dela.
São fatos sobre várias comidinhas que são servidas nas lojas; é divertido saber que mamão se chama paw paw na Australia. Meu próximo cachorro vai se chamar Paw Paw.

Deu uma vontade de incluir uma cloaca desgastada na ilustração da galinha, mas não dá por motivos óbvios.

Coisas que ninguém sabe que eu desenho

Nem só de coisas fofas e mulheres curvosas vive um Hiro. Como é preciso comer, e comer bem, temos que trabalhar de vez em sempre por dinheiro, embora muitos puristas não concordem com isso. Não sei como, mas não concordam. Na hora em que dinheiro de Banco Imobiliário puder pagar conta de luz eu repenso sobre isso.

Geralmente são ilustrações de embalagens, ilustrações menores que auxiliam instruções, ou simplesmente ajudam a vender melhor uma paçoquinha. Ou são trabalhos em situações diferentes ou cuja publicação foi num espaço de tempo muito curto. Ou outros que nem foram aprovados pelos clientes.

Por exemplo, essas são frutas estão em embalagens das barrinhas de cereais da Taeq.

Esses moais foram feitos para rótulos de vinho também do Pão de Açúcar.

Esses aqui são ilustrações de traseiras de embalagens de produtos do Pão de Açúcar. Eu particularmente adoro fazer esses desenhinhos de back de embalagens, como modo de montagem de uma garrafa de corrida, luvinhas de borracha para uso não-proctológico, temperinhos de alho e para embalagem de frango assado. No final você tem uma coleção bonitinha de desenhos que parecem brindes de Kinder Ovo vetoriais.




Saladas de frutas vetoriais também entram no meu cardápio de trabalhos de vez em quando:

Pro McDonald’s, já fiz uma versão plastificada dos acepipes servidos nas McFestas:

E de vez em quando faço painéis para exibição de brindes de McLanche Feliz, como esse com o tema de “Uma Noite no Museu 2″

Durante um ano fiz ilustrações para os pôsteres da revista Carta na Escola:



Essa aí é uma dedicatória que eu fiz pro meu amigo Leandro Robles pra revista do Macaco Albino:

E essas duas Chapeuzinhos Vermelhos foram estudos que fiz pra um anúncio da Natura, que não rolou:


Um folder que fiz pro lançamento da Zafira:

Máquina de fazer xixi e outras mecanices para crianças

Mais um jabásico. Dessa vez é um cenário que eu fiz pro McDonald’s, daquelas pecinhas de teatro que um Ronald genérico faz em diversos lugares do país. Eu sempre faço esses cenários, são sempre produzidos vetorialmente porque eles são produzidos com um tamanho generoso.

Também sempre faço, e quase ninguém sabe, também essas lâminas de bandeja mais pueris, mais simples, para diversão da moçadinha de dentes de leite. Geralmente existem espaços separados em algumas lojas do McDonald’s onde algumas crianças tem passatempos com o apoio de um monitor. Algumas delas são dadas também nos shows da série Mundo Feliz.

Amostra grátis de duas lâminas de bandeja # 25 e # 26

Saudades de mim? Eu também estou com saudades. De mim.

Pra variar, coloco para verem a luz do dia duas amostras grátis de lâmina de bandeja do McDonald’s, dois pitaquinhos que devem entrar nas lojas do McDonald’s nos próximos meses.

As duas não posso falar o tema, tampouco também dá pra adivinhar, já que um desenho não necessariamente tem que traduzir o contexto geral da lâmina. Mas quem espera aguarda.

A primeira é essa.

E a segunda lâmina será essa.

Pra não dizer que a gente não aprende nada depois dos 40, recentemente descobri os padrões da Missoni. Se eu fosse mulher e muito rica usaria Missoni até pra limpar a bunda.

À medida que elas forem sendo liberadas nas lojas do McDonald’s eu posto aqui aumentadas e arreganhadas.

McDia Feliz 2011, a lâmina de bandeja

Deve estar estalando nas lojas do McDonald’s a lâmina de bandeja que fiz pro McDia Feliz 2011, que acontece nesse dia 27.
Clica duas vezes nela que ela infla de tamanho.

A estrutura é parecida com um pôster que eu fiz pra finada revista Macmania, só que mais elaborada e bem feita. São lâminas que não dá pra brincar muito com o assunto, já que com mulher nervosa e câncer não se brinca, mas procuro sempre dar um ar levinho com leite desnatado e ficar no mínimo agradável de se ler.

A ilustração abaixo é a final sem os elementos de texto (pode clicar duas vezes nela pra aumentar de tamanho). Perceber-se-á que repeti algumas pessoinhas, mas justamente são as que ficam escondidas pelo texto. Mas como também tem muitos inocentes que foram limados na arte final, acho que é um bom tributo para eles verem a luz do dia.

Em tempo, conheço pessoalmente o trabalho feito pelo Instituto Ronald e ponho minha mão no fogo e o pé na boca do cachorro que os caras são muito, muito sérios. Já visitei os hospitais gerenciados pelo Instituto e você sai de lá com o coração do tamanho de mamilo de fada ao ver crianças carequinhas e fraquinhas por causa do tratamento contra o câncer e também um sorriso na boca por, pelo menos, conseguirem receber um tratamento e uma chance de lutarem contra isso de forma digna.

画,画出你的手指流血!

Ainda sobre o outro lado do mundo, vulgo a China, e graças novamente ao Bruno Porto, aproveito pra falar sobre o evento IlustraBrazil China- sim, Brazil com Z – que acontece mês em Xangai. Organizado pela SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil, com os mesmos participantes da versão brasileira, basicamente é o mesmo conceito do IlustraBrasil, que acontece – oh! – no Brasil, só que focando em ilustrações que remetem alguma coisa sobre o nosso país, sejam os indefectíveis Cristos Redentores, mulatas ou Carmens Mirandas ou algo diferentes como capivaras ou pastel de bacalhau. Não posso falar nada, eu mandei uma ilustração de um Cristo Redentor. Muito feliz e boa pinta, mas ainda Cristo Redentor. E sim, é algo meio batido, mas foi feito pra uma ONG em Paris ano passado, fazer o quê, né?

Se você não estiver lá cheiando a óleo de gergelim, vai no link aqui do evento.

Xei xei.

Em tempo, graças ao Google Translator, o título do post significa “Desenhe, desenhe até os dedos sangrarem!”

Fadinhas do backup

Ilustração que fiz pro meu amigo Sérgio Miranda, editor da Revista Mac +, que deve estar aí nas bancas trincando de novo.

O desenho foi uma releitura (uia!) de uma capa que fiz há 5 anos atrás também pra eles e com a mesma temática, um bicho de 7 cabeças saindo de um Mac Mini. 5 anos depois, é uma mocinha que dá o outro lado pros ginórmicos cabeçudos.

As fadinhas que ilustram a matéria e que cuidam do seu Mac é um sonho de consumo masculino e/ou lésbico que Steve Jobs tem que desenvolver antes dele virar definitivamente o Motoqueiro Fantasma em vida.

Pessoalmente, sempre diverti fazendo as capas da Mac +, eles sempre deram liberdade total pra criar os desenhos e topam experimentações, idéias malucas, divertidas e coisas que outros editores teriam reações como vampiros teriam para alho ou modelos magérrimas teriam ao Toblerone.

Ovomaltine para todos

Sessão jabásico mostrando indefectivelmente o recém-lançado personagem que fiz para o produto novo da Ovomaltine, o Ovomaltine pronto em caixinha. Como ninguém pensou nisso antes?

O personagem ainda não tem nome, só vai ser batizado depois da escolha através de um concurso. O conceito do tornado de chocolate é meio óbvio, é só agitar que ele tá pronto. A agência que cuidou desse processo foi a QG Publicidade.

Não é fácil ser verde, assim disse aquele sapo

Fazendo valer meu direito de dono deste meio blog mesmo dentro de um período de ostracismo, vai aí mais uma sessão de um jabásico pra divulgar trabalhinhos de minha pessoa, vulgo Hiro.

Essa lâmina de bandeja do McDonald’s está rolalndo nas lojas, sobre sustentabilidade, em pareceria com o governo de São Paulo, o texto veio lá do Palácio dos Bandeirantes.
Clica na imagem para ela crescer diante de vossos olhos, fraulein.

Sim, ela deveria ter sido um joguinho do tipo dado-e-casinha, mas infelizmente descobrimos no meio do caminho que existe uma lei que manda colocar um selo do InMetro se tiver algum componente de jogo, mesmo ele sendo um inofensivo e puro dadinho pra montar. Como selo de InMetro não se compra no mesmo lugar e no mesmo tempo que se compra ovo de codorna, adaptamos o que foi possível, dentro do possível, fazendo o melhor possível.

Duas lâminas de bandeja de uma só vez

Tempo, ó o tempo que não se compra nem por quilo nem por litro.
Já se passaram duas lâminas de bandeja do McDonald’s e só agora tive a competência de abrir o blog pra colocar as benditas aqui.

Uma é jogando um holofotezinho basico no Big Mac, ainda pra campanha “Simples Simplesmente” que ainda rola nas lojas. Também clica duas vezes pra aumentar o tamanho:

E a terceira foi uma lâmina que nasceu de outro trabalho. Já havia feito parte dos desenhos dela para um folheto do próprio McDonald’s sobre vida saudável, e aí resolveram colocar um fermento e virar uma lâmina de bandeja, acrescentando mais um ou outro desenho. Vaquinhas são tão simpáticas, são quase cachorros que dão leite.
Clica duas vezes na imagem pra ver ela maior também, vai.

Simplesmente simples mas complicado só de pensar

Essa lâmina de bandeja é a primeira da série de 3 que estão fazendo parte da campanha “Simples, Simplesmente” do McDonald’s. Todinha feita no Painter XI, essa lâmina é tão simples que quase não tem texto, é uma compilações de situações simples que podem ter variantes extraordinárias (ou não, depende do freguês).

Pra ver essa maior, pode clicar duas vezes na imagem que ela cresce intumescidamente

Na correria eu esqueci de colocar minha indefectível micro-assinatura, então não adianta arrancar as raízes capilares que não vão encontra-la dessa vez. É o tio Alzheimer chegando mais cedo.

E essa versão que não foi pras lojas, é a que tem a sereia-girino que, foi sumariamente limada do conjunto da obra, trocada pelo Einstein em epifania.

Seguem aqui algumas imagens em detalhes, particularmente acho o leãozinho e o fantasminha muy fofos.
Aliás, só pra entenderem por que os desenhos saem defeituosos, cada ilustração das lâminas de bandeja são feitas com 40cm de largura ou altura, dependendo da maior. Depois elas são reduzidas miseravelmente até 2 ou 3 centímetros no máximo e os defeitos somem. Por que 40cm? Por que pra mim é o tamanho de arquivo ideal de se desenhar no Painter, no caso das lâminas de bandejas, porque o desenho sai solto como cachorro com bexiga cheia no gramado.






Falando em girino, sabe como as lésbicas chamam as meninas novinhas que acabaram de sair do armário? De girinas. Por que elas vão virar sapas.

E isso ouvi de uma, então não foi piada infame minha.

Amostra grátis de lâmina de bandeja nº 23

Um pequeno acepipe ilustrativo da depois-da-próxima lâmina de bandeja do McDonald’s. Tema a ser adivinhado.

Quem já viu uma perna ou axila peluda de uma autêntica riponga nunca esquece, por mais que tente. Principalmente os pobres desavisados que frequentavam as piscinas do Cepeusp na década de 80.

Você precisa de um calendário pra saber quando será um ano para o final do mundo

Acabei de acabar, está em processo de impressão, o meu calendário 2011. Mil chibatadas não desculpam o atraso, mas como não tenho ratinhos mágicos fazendo meu trabalho, ou era o calendário ou o leitinho das crianças, mesmo eu não tendo crianças nem beber leitinho.

O calendário será vendido depois de serem distribuidos para agências de publicidade, promoção e design, que é a meta do calendário – autopromoção dentro dos seus principais e potenciais oferecedores de trabalho, embora o calendário em si não é garantia de negócios e pedidos de ilustrações, mas é um auxiliador . Ainda não sei como será o esquema, já que o calendário anterior foi vendido pela Galeria Magenta, que não está mais ativa. Mas até lá eu acho a solução.

Quer grande? Tome grande!

Esqueci de colocar algumas ilustrações da lâmina de bandeja do McDonald’s Vampiro Amigo grandes, como havia proposta, pra ver detalhes que passam desapercebido como um ratinho mijando no escuro.






Tem duas ilustrações que não estão na lâmina e que foram trocadas de última hora. Novamente, todas feitas no Painter XI.

Calendário 2011 – tarda mas não falha

Meu calendário de 2011 teve que fazer uma curva inesperada e ficar no acostamento com o pisca alerta ligado em dezembro, por causa das caçambas de trabalhos que cairam por aqui.

Essa é uma das páginas, servida como aperitivo.

Esse desenho foi inspirado em uma estátua que vi no Jardins des Plantes, em Paris, que coisa chique. Tome peixe, tome:

Todas as bonitinhas que estarão no calendário também estarão no meu livro “Hiroines”, assim eu mato duas coelhinhas com uma só paulada (epa!).
O calendário deve ir pra gráfica na próxima segunda, então terei as peças em fevereiro ainda, e depois de distribuir para as agências de publicidade e design, que é o propósito inicial dessa peça, eu vou colocar pra vender o que sobrar.

E como consideração pelo atraso, o calendário vai ter 14 meses! Dois a mais entrando em 2012, inteiramente de graça! Não se esqueça que em dezembro de 2012 seus problemas irão acabar.

Em breve notícias aqui.

Duzentos paus por um picolé

Aproveitando-me do meu direito supremo de fazer jabá no meu próprio blog, apresento a vós essas embalagens que fiz para os picolés Fruttare, da Kibon.

Fazem parte da campanha “Fala Cabeção” e foi desenvolvida pela Bullet, a mesma que bolou a promoção “iPod no palito”. Se você der sorte ao comprar um Fruttare, o picolé tem um chip que fala que você ganhou R$200,00. Isso dá e sobra pra um jantar a dois no Ráscal, dá pra comprar uma passagem de ida e volta pro Rio sem lugar pra dormir ou pode gastar tudo com feijões mágicos.

Todo o material foi feito no Painter XI e foge um bocadinho do estilo que sou conhecido, mas também gosto muito de fazer. Porém tem duas coisas que eu trinco os dentes de ansiedade antes de desenhar: gente andando de bicicleta e morangos, ô coisas que dão um trabalho pra ilustrar.

Se você ganhar duzentinhos, lembre-se de mim.

Vampiro que é amigo não chupa pescoço nem pede dinheiro emprestado.

Já faz um tempão que essa lâmina de bandeja tava incubada nos recônditos do McDonald’s, mas recentemente ela foi liberada para ver a luz do dia. Clica nela que ela cresce como pão na chuva, ou vai no link do meu site oficial que ela também está lá.

A idéia de se fazer uma lâmina sobre vampiros obviamente veio dessa onda mundial cheia de hormônios envolvendo chupadores de sangue que brilham no escuro e usam pefuminho com nome de cueca pra agradar mocinhas com as aortas pulsando de vontade de fazer coisa errada. Sem dúvida um tema que hoje faz sucesso, mas confesso que ralei o cérebro no tanque de lavar roupa pra não fazer algo com ranço crepuscular. Nada contra, só não faz meu tipo. Mais Sookie e menos Edward, por favor.

Também não foi fácil condensar os textos. A idéia toda daria um bom livro, foi trabalho de relojoeiro encaixar tudo o que queria e ainda fazer uma gracinha pra lá e pra cá. Tem até duas ou três passagens bem espirituosas e divertidas. Até no Twitter tem mais espaço para escrever um texto do que eu tive aqui, afinal lâmina de bandeja não é um tratado nem um compêndio letrado, mas essa foi uma das vezes que deu mais vontade de escrever muito mais do que podia.
Mas o vampirinho ficou bem apetescido pro meu gosto e depois vou colocar aqui a versão da lâmina de bandeja com os quadros que não foram publicados por diversas razões, a versão estendida do diretor.

Viajando com os Bonequinhos Viajantes

Já faz um tempão equivalente à gestação de um elefante que o Marcelo Martinez, do Laboratório Secreto, veio à superfície coletando ilustrações de bonequinhos de braços abertos, de diversos ilustradores (eu, Carcamo, Paulo Cavalcante, Gustavo Duarte, Mauricio de Souza, etc., etc., etc.) , pra fazer uma exposição. Confesso que na hora não entendi direito o conceito, mas como ele é meu amigo, mesmo de roupa o fiz com prazer.

A sereia steampunk foi feita no Painter e a proposta também envolvia tirar fotos dos bonequinhos ambientados ao gosto do criador. Como se vê, a maioria optou pelas moitinhas verdes ou pelas lombadas de livros.

Agora a exposição “Bonequinhos Viajantes” ganha forma e endereço. Vendo todos os trabalhos de 80 pontafirmes da ilustração, sem nenhuma pretensão mais elevada, conceitual ou outra coisa mais cerebral digna de arte contemporânea, só com diversão leve e bonita, dá pra dizer que o conjunto todo ficou muito muito bacanuda.

Na falta de mais adjetivos, essa é a descrição oficial dos pais dos Bonequinhos Viajantes:

Organizado pelos artistas gráficos Marcelo Martinez e Romero Cavalcanti, o projeto Bonequinhos Viajantes reúne pequenos originais de mais de 80 craques da arte ilustrada brasileira em uma divertida exposição.

Com técnicas e estilos diversos, estes ilustradores, quadrinistas, cartunistas, designers gráficos, artistas plásticos, animadores e grafiteiros formam um painel contemporâneo e variado de nossas artes visuais, com representantes dos quatro cantos do país.

Cada artista fez ainda um pequeno registro fotográfico de sua criação, que você vê neste site. De forma despretensiosa, estes instantâneos digitais falam um pouco sobre nosso tempo e modos de vida nesta virada de primeira década do século XXI. Aonde você mora? Do que você gosta? Como é a sua casa, seu estúdio, sua mesa de trabalho?

Descubra com os Bonequinhos.
Boa viagem!


Por enquanto os Bonequinhos Viajantes estão no Rio, no Castelinho do Flamengo, até o dia 27 de fevereiro. Depois acho que eles aprontam as malas e saem por aí expondo-se em diversos cantos do país. Mais informações no site, de novo.

Lâmina de bandeja do McDonald’s “My Friend”

O mês virou e segundo meu cronograma de papel guardanapo hoje entra a nova lâmina de bandeja do McDonald’s com o tema “Amizade”, dessa vez são várias maneiras de se dizer “Meu Amigo” em várias línguas.

Novamente, as mocinhas ficaram muito expressivas e o traço correu solto e facinho feito sal Lebre. Ainda vende sal Lebre?

Clica na lâmina pra ela aumentar cfeito mandiopã no óleo quente.

E eis algumas ilustrações maiores pra ver mais detalhes. Dou um doce de batatadoce pra quem adivinhar que bicho que eu queria colocar no lugar do vermelhão japonês.






A loira do Bonfim versão fofa – amostra grátis de lâmina de bandeja nº 22

Aproveitando o clima belorizontino por conta da palestra do R Design, aí vai outra amostra grátis de lâmina de bandeja do McDonald’s falando sobre Belô.

A loira do Bonfim vivia de branco e aparecia de madrugada se insinuando, pedindo para que algum vivente a levasse pra casa. Na esperança de faturar alguma coisa a mais que um beijinho, acompanhavam a alva moça até o local de sua morada, que na última hora se revelava ser um cemitério, e daí ela desaparecia feito nota de 10 na carteira.
Seriam a loira do banheiro e a loira do Bonfim seriam a mesma pessoa? Ou melhor, a mesma entidade?