Garotas japonesas que são um horror, para quem gosta de horror e garotas japonesas

Que me atirem pedras e fezes de gato frescas, mas não curti em nada os últimos filmes japoneses de terror, e as versões americanas, com exceção de “O Chamado”, só formam catarro no pulmão. Aquele garoto branquela que emite sons de esgoto entupido em “The Grudge” cansa vossas belezas na segunda aparição, de tão chato, e as japonesas de cabelo longo ficaram taxadas de espíritos rancorosos e melecosos de uma hora pra outra.

Os mangás de horror japoneses, ao contrário, pelo menos possuem um certo charme sanguinolento e putrefato, pois os autores são bem criativos quando se expressam no papel e no nankin (vide o mangá “Uzumaki”, de Junji Ito, lançado pela Conrad há pouco tempo, que era tão ruim, tão ruim, que acabou ficando genial, pois era um festival exagerado de bizarrices onde coelhinhos fofinhos, bom senso e lógica não existem, mas é criativo, ao contrário da versão filmada que é pura matéria fecal).

Ao menos o ilustrador Yoshitaka Kawakami pegou esses conceitos horroríficos e fez algo interessante: recriou diversas cenas baseadas nesses filmes de terror usando belas garotas japonesas em uniformes escolares (fetiche nacional e esporte onânico nipônico) em 3D, usando Cinema 4D pra modelar e Photoshop pra finalizar.

Onechan, minhas fantasias incluem uma corda, um homem e um escoteiro

Como a onda da comemoração da imigração japonesa está no seu momento máximo (tomodachis, aproveitem os 15 minutos de fama esse ano que depois a coisa volta pro remerrenho de sempre), resolvi dar meu quinhão em homenagem a esse centenário da forma que mais agrada a este ser: com ilustração, arte e o bizarro, que espanta o enfadonho.

Nada mais natural do que celebrar um lado muito obscuro e pouco falado do Japão, mas que muito marmanjo safado curte: os onanistas de plantão sabem que muitos filmes japoneses pouco recomendados para infantes têm mulheres amarradas como garrafas de vinho português, é mais um fetiche ou tara para ser acrescentada aos tentáculos, gotejos de velas quentes e seringas com uso pouco ortodoxo. Tem gente que gosta, fazeroquê, também são filhos de Deus.

Se você é um desses pederastas, esse é um passo-a-passo para amarrar a mulher dos seus sonhos e deixá-la submissa para obrigá-la a ouvir seus poeminhas sobre barquinhos e patinhos à tardinha. Ou se você tem trauma de ter sido Lobinho quando criança, pelo menos é sua chance de exteriorizar suas habilidades de fazer nós de forma prática.

O oitavo mês de gravidez de uma SailorMoon

Já que se vai ensinar sexo e as consequências de um encontro de gametas, planejadas ou não, que se faça em tom de mangá para, pelo menos, prender a atenção. Ou alimentar dois fetiches ao mesmo tempo: a tara por hentais e por grávidas.

Em breve uma versão da Trixie, do Speed Racer de barriga, esperando um filho do macaco Zequinha depois de uma noite alucinante dentro do Carro Mamute.

American Pie, Japanese Noodle

A Sociedade do Design do Mal ataca novamente. Tudo bem que designers não vão descobrir a cura do câncer ou o sentido da vida, mas desenvolver isso é como um gato jogar terra em cima de milhares de anos de evolução do homem.

Esse produto é tão tosco que até parece chinês. No entanto, é japonês >suspiro<
Cup Nude é uma paródia ao insosso porém salvador Cup Noodles, o último bastião alimentar do solteiro ou do faminto solitário.
Mas ele não é de comer, pelo menos não com a boca. Ele é um instrumento facilitador de onanismo. Em palavras curtas e grossas, é um masturbador masculino.
O procedimento de uso é similar ao uso da torta de maçã visto em “American Pie”. Em ambos os casos, enfiar o instrumento do amor carnal em um preparado de massa podre recheado e assado ou em um copo de plástico simulando um pote de macarrão não é bom sinal.

Como o grotesco e o bizarro pedem bis, a coisa não para por aí.
Se olharem com olhos de águia, na superfície do produto existem camarõezinhos de silicone.
No meio é o buraco para introduzir o falo. Depois, como na versão comestível, é só acrescentar água quente para o produto adquirir temperatura feminina (ou pelo menos uma temperatura animal).

E dentro do copo existem macarrõezinhos de silicone que se viram viscosos ao acrescentar o “tempero”, garantindo ao onanista insólito a sensação de estar copulando com dezenas de minhoquinhas. De novo a tara do japonês por tentáculos.

Fico imaginando a cena de um sujeito mandando uma em homenagem à Fernanda Lima com um copo de macarrão no meio das pernas. Escorrendo lágrimas de vergonha pelo rosto.

Arte do cu do cão

Mais um flagrante que os japoneses tem uma fixação pelo orifício de dejetos canino.
Já postei antes sobre os sacos de pegar bosta de cachorro e a solução gráfica encontrada pelos designers de embalagens, de uma sutileza de um boi entrando no matadouro.

Agora são sacos de lixo decorados com a mesma posição de ré com a mesma exposição daquele lugar que não bate sol, só que dessa vez representados de maneira mais icônica e com um nada sutil “X” marcando o lugar de saída de mercadorias rejeitadas (peraí, em cachorros o sol bate naquele lugar, sim).

Eu preciiiso de um saco desses. Pra guardar jobs, ilustrações e orçamentos rejeitados.