McDia Feliz 2011, a lâmina de bandeja

Deve estar estalando nas lojas do McDonald’s a lâmina de bandeja que fiz pro McDia Feliz 2011, que acontece nesse dia 27.
Clica duas vezes nela que ela infla de tamanho.

A estrutura é parecida com um pôster que eu fiz pra finada revista Macmania, só que mais elaborada e bem feita. São lâminas que não dá pra brincar muito com o assunto, já que com mulher nervosa e câncer não se brinca, mas procuro sempre dar um ar levinho com leite desnatado e ficar no mínimo agradável de se ler.

A ilustração abaixo é a final sem os elementos de texto (pode clicar duas vezes nela pra aumentar de tamanho). Perceber-se-á que repeti algumas pessoinhas, mas justamente são as que ficam escondidas pelo texto. Mas como também tem muitos inocentes que foram limados na arte final, acho que é um bom tributo para eles verem a luz do dia.

Em tempo, conheço pessoalmente o trabalho feito pelo Instituto Ronald e ponho minha mão no fogo e o pé na boca do cachorro que os caras são muito, muito sérios. Já visitei os hospitais gerenciados pelo Instituto e você sai de lá com o coração do tamanho de mamilo de fada ao ver crianças carequinhas e fraquinhas por causa do tratamento contra o câncer e também um sorriso na boca por, pelo menos, conseguirem receber um tratamento e uma chance de lutarem contra isso de forma digna.

Sketch Jackson

O (sic) filhos de Michael Jackson doaram sketches feitos pelo famoso pai de luvinhas brancas para um hospital em Los Angeles.

A maioria são sketches de cadeiras e tronos vazios – façam suas conjecturas metafóricas ou proféticas do lado de fora da loja – e um desenho do Mickey como Aprendiz de Feiticeiro.

A dúvida é: se num mundo paralelo e bizarro (não, não, bizarro ele já era), Michel Jackson tivesse se tornado um ilustrador ele:

Desenharia melhor? Desenharia mulheres e pin ups? Ainda teria um agradabilíssimo nariz da época dos Jackson Five? Seria um marceneiro?

Com certeza não seria podre e rico (anos atrás existiria um “de” entre podre e rico, mas não agora), mas talvez seria mais feliz, casado, com filhos que não parecessem saídos de “Contos de Nárnia”, e talvez um bom ilustrador de livros infantis. Para crianças bem pequenas.