Pitacos na Computer Arts

Tanta coisa ficou aí pra ser noticiada nesse período, ô jizuis.
Uma delas taí nas bancas.

Eu escrevi um texto que está na última página da nova edição especial da Computer Arts sobre design de personagens, a pedido da bela Natalie Folco. falando um pouquinho sobre o que é criar personagens publicitários, principalmente a parte menos prazeirosa e mais pentelha do processo. Pra tirar um pouco daquela idéia de que é um trabalho 100% cor de rosa, felpudo e com cheiro de algodão doce, porque não é. Pelo menos não 100%.

Uma coisa que não escrevi no texto por falta de espaço é o erro em que o cliente tem em acreditar que basta criar um personagem para seu produto que ele vai virar um case de mercado só porque ele é inovador, colorido ou carismático. O que faz desse personagem um destaque que vai ser lembrado por anos a fio não é o desenho, é a quantidade de dinheiro que se investe nele em divulgação e marketing. Com muito dinheiro pra expor, qualquer personagem, até um ícone de gentinha vira personagem conhecido pra vender celular.

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