Krasavitza i Chudoviche na Magioska, tovarisch. Dah!

Apresento duas palhinhas que estarão expostas em pêlo e penugem na exposição Magioska que abre no próximo dia 7 de dezembro, às 19h, na Livraria POP (Rua Virgílio de Carvalho Pinto, 297, Pinheiros) . No total fiz 28 quadros com monstros e moças e mais uma toy matrioska pintada por este ser.
Krazavitza
É a primeira exposição coletiva da galeria Magenta, que eu faço parte. Lá estarão também expostos os trabalhos do Leo Gibran, Fernanda Guedes, Zé Otávio, Samuel Casal, Fernando Chamarelli, Carlo Giovani e como diria Michael Jackson, “I’ll be there”. Só gente de peso, e não é relacionado com gordura, mas com talento. Se tivessemos verba, também contrataríamos lindíssimas hostess russas ruivas, mas fica pra próxima exposição.
Convite-Magioska-WEB
O tema todo da exposição é centrado nas bonequinhas russas matrioskas, aquelas que encaixam uma dentro da outra, ou dentro da temática russa. Krasavitza i Chudoviche, o tema dos quadrinhos que eu pintei, é uma corruptela romanizada e “Belas e Feras” em russo. Luis Fernando Veríssimo tem taras por anões besuntados de óleo, eu tenho por monstros fofos e fofas curvosas.

Aparece por lá e dosvidanya!

Fast Girl # 92 – Olívia Palito

Olívia Palito, a bulímica ou anoréxica que amava uma aberração muscular vegan, usava as mesmas botas da Lara Croft, olha só que coisa.
COlivias
Todo mundo tem ou já teve uma tia que se parece com a esquálida figura. Mais ainda, todo mundo teve uma tia solteirona, magricela, fumante, desgostosa e que gostava de passar mão boba nos sobrinhos pequenos.

E sim, as coisas andam meio paradas por aqui essa semana. Sinto-me mal como Cristo de Scorcese por isso.

Fast Girl # 91 – Supergirl

Desculpem a falta de posts, mas anos pares vem chegando e com eles Copa do Mundo e Olimpíada, e manadas elefantescas na forma de jobs param nessas datas na minha mesa. 4 lâminas de bandeja com o tema Copa do Mundo é pedir pra tirar leite de boi, e isso são apenas metade dos pedidos com bola de capotão no meio. Quem me dera ter nascido com a fluência esportiva do Gustavo Duarte, o mais perto que chego de futebol é jogar Pro Evolution Soccer no Playstation3.
Supergirl
Mas pelo menos as Fast Girls sempre vão ocupar um vazio temporário ocupado pelo cliente.

A Supergirl de camiseta branca é muito schwinn! Dessa vez eu usei Pastel Macio digital no Painter 11.
E não tem filminho dela hoje, esqueci de ligar o Snapz, o programinha que captura o vídeo. É o Mr. Parkinson e Mr. Alzheimer chegando mais cedo.

Bistecão Ilustrado em vídeo, papel e gordura

Tava esquecendo de colocar esse filminho feito pela DRC Treinamentos, filmado no Bistecão Ilustrado. Tem depoimentos deste humilde servo da ilustração, do Montalvo, Zé Otávio, Gil Tókio e do pai de todos, o Kako. Falamos um pouco de nossas carreiras e do Clube da Luta Ilustrado que se tornou o Bistecão, pois está se espalhando pelo Brasil inteiro em todas as derivadas culinárias (Baião Ilustrado, Bolovo Ilustrado, Pinhão Ilustrado, Berbigão Ilustrado, nham) de maneira espontânea e todos fazendo o papel de Tyler Durden munidos de canetinhas e pincéis.

Dando uma esticadinha no assunto, na mesma noite estava lá também o programa Urbano, do canal Multishow. A gravação do programa vai passar nesse domingo, dia 22 às 22h30.

Livros, livros e muitos livros para ilustradores lerem e desenharem depois

bIBLIOS

O Renato Alarcão passou na lista da SIB – Sociedade Dos Ilustradores do Brasil – uma compilação de dezenas de livros que podem ser úteis como um macaco dentro do carro – o metálico, não o felpudo. São todos livros referentes à arte do desenho, ao estudo do desenho ou à filosofia do desenho. Como o que Alarcão fala deve ser considerado e pesado em uma balança, pois vale ouro, vale a pena fazer disso um checklist pra quem interessar. Tem desde os já clássicos e conhecidos livros do Andrew Loomis, que estão disponíveis pra download na internet e que já coloquei os links neste post, até livros pouco conhecidos só pronunciáveis por aqueles que tiveram o toque da fada da intelectualidade na cabeça.

Massironi, Manfredo. Ver pelo Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1982

Martins, Itajahy. Desenho: Arte e Técnica. Prefácio de Fábio Magalhães. São Paulo: Ponte Editorial/Fundação Nestlé de Cultura, 1992

Martins, Itajahy. Desenho: Arte e Técnica. São Paulo: Ponte Editorial/Fundação Nestlé de Cultura, 1992

Busscher, Jean-Marie de. Instituto Francês de Arquitetura. A Arquitetura na História em Quadrinhos. São Paulo: Martins Fontes, 1985

Loomis, Andrew. Creative Illustration. New York: The Viking Press, 1947 (disponível na internet/download)

Loomis, Andrew. Eye of the Painter. New York: The Viking Press, 1947 (disponível na internet/download)

Loomis, Andrew. Fun with a Pencil. New York: The Viking Press, 1947 (disponível na internet/download)

Loomis, Andrew. Successful Drawing. New York: The Viking Press, 1947 (disponível na internet/download)

Loomis, Andrew. Figure Drawing for All its Worth. New York: The Viking Press, 1947 (disponível na internet/download)

Loomis, Andrew. Drawing the Head and Hands. New York: The Viking Press, 1947 (disponível na internet/download)

AMIDI, Amid. Cartoon Modern. São Francisco: Chronicle Books, 2006

BELLUZO, Ana Maria. Voltolino e as Raízes do Modernismo. São Paulo: Marco Zero, 1992.

BLANCHARD, Gérard. La Bande Dessinée. Verviers: Marabout Université Editions Gérard & C., 1969.

BLAND, David. A History of Book Illustration: the illuminated manuscript and the printed book. Faber, 1969.

BUENO, Daniel. O Desenho Moderno de Saul Steinberg: obra e contexto . Dissertação de mestrado, FAU-USP, 2007.

Cadernos de Literatura Brasileira. Millôr Fernandes. n.15. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2003 .

CAGNIN, Antonio Luiz. Os quadrinhos. São Paulo, Ed. Ática, 1975. (Coleção Ensaios, v.10)

CARUSO, Paulo. Tegey: Uma Descontraída História da Linguagem dos Quadrinhos . Trabalho de Graduação Interdisciplinar, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo 1977.

CARDOSO, Rafael (org.). O Design Brasileiro antes do desig:aspectos da história gráfica, 1970-1960. São Paulo: Cosac Naify, 2005.

CARLOS, J. Texto de Álvaro Cotrim (Álvarus). J. Carlos. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1985.

CAVALCANTI, Laílson de Holanda. Historia del Humor Grafico em el Brasil. lleida: Editorial Milenio e Fundación Universidad de Alcalá, 2005.

CIRNE, Moacy. O mundo dos quadrinhos. São Paulo, Ed. Símbolo, 1977.

FERRAZ, Aidano de Couto. História da Caricatura no Brasil. Rio de Janeiro: Diretrizes, 8 de Maio de 1941.

FURNARI, Eva. Estudo Sobre Ilustração de LivrosInfantis. São Paulo: TGI FAU-USP, Orientação deOdiléia Toscano e Élide Monzeglio, 1976 (tem na FAU)

GLASER, Milton. Prefácio de Jean Michel Folon. Milton Glaser Graphic Design. Nova York: The Overlook Press, 1973.

GOMBRICH, E. H. Arte e Ilusão: Um Estudo da Psicologia da Representação Pictórica . São Paulo: Editora Martins Fontes, 1986.

HELLER, Steven; FILI, Louise. Cover History: the art of american magazine covers 1900-1950. São Francisco: Chronicle Books, 1996.

HELLER, Steven; FILI, Louise. Orelhas por Dan Nadel. Stylepedia a guide to graphic design mannerisms, quirks, and conceits. São Francisco: Chronicle Books, 2006.

HERDES, Walter; PASCAL, David. The Art of the Comics Strips. Zurique: The Graphic Press, 1972.

KATZ, Bill. A History of Book Illustration. The Scarecrow Press, 1994.

INGE, M. Thomas. Comics as Culture. Jackson: University Press of Mississippi, 1990.

LLOBERA, Joseph; OLTRA, Romain. La Bande Dessinée.Paris: Éditions AFHA, 1968.

LAGO, Pedro Corrêa do. Caricaturistas Brasileiros. Rio de Janeiro: Marca D’Água Livraria e Editora, 2001.

LIMA, Herman. História da Caricatura no Brasil . 4 vols. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1963.

LOREDANO, Cássio. Guevara e Figueroa: Caricatura no Brasil nos Anos 20 . Rio de Janeiro: Funarte-Instituto de Artes Gráficas, 1988.

LUYTEN, Sonia Maria Bibe. Histórias em quadrinhos: leitura crítica. São Paulo, Ed. Paulinas, 1985.

MANKOFF, Robert. Prefácio de David Remnick. Ensaios de Roger Angell, Nancy Franklin, Lillian Ross, John Updike, Calvin Trillin, Ian Frazier, Mark Singer, Rebecca Mead. The Complete Cartoons of the New Yorker . 2 DVDs. Nova York: Black Dog &Leventhal Publishers, 2004.

MARTINS, Luiz Geraldo Ferrari (Luiz Gê). A Escrita Plástica: desenho, pensamento, conhecimento e interdisciplinaridade. Tese de Doutorado. ECA-USP, 2004.

MARTINS, Sergio R. M. A invenção do Humor no Espaço Gráfico . São Paulo: Tese de Doutorado, orientação de Lucrécia D’Alessio Ferrara, FAU-USP, 1993.

McCLOUD, Scott. Desvendando os Quadrinhos. São Paulo: Makron Books, 1995.

MOYA, Álvaro de. História da História em Quadrinhos . Porto Alegre: L&PM, 1986.

NODELMAN, Perry. Words About Pictures: The Narrative Art of Children´s Picture Books. University of Georgia Press, 1990.

PATATI, Carlos; BRAGA, Flávio. Almanaque dos Quadrinhos 100 anos de uma mídia popular. Rio de janeiro: Ediouro, 2006.

REED, Walt; REED, Roger. The Illustrator in America 1880 1980: a century of illustration. Nova York: The Society of Illustration of New York, 1984.

REMNICK, David. The Complete New Yorker. Livro Highlights from the New Yorker. 8 DVDs. Nova York: The New Yorker, 2005.

RUIS. La Vida de Cuadritos . México: Editorial Grijalbo, 1983.

ROSENBERG, Harold. In: STEINBERG, S aul. Saul Steinberg. Nova York: Whitney Museum of American Art, 1978, pp. 10-36.

SABIN, Roger. Comics, Comix & Graphic Novels A History of Comic Art. Londres: Phaidon Press Limited, 1996.

SARMENTO, Fernanda. Design Editorial no Brasil: Revista Senhor . Dissertação de Mestrado, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.

SMITH, Joel. Introdução de Charles Simic. Saul Steinberg: Illuminations. New Haven e Londres: Yale University Press, 2006.

TOPLISS, Iain. The Comics Worlds of Peter Arno, William Steig, Charles Addams and Saul Steinberg. Baltimore e Londres: The Johns Hopkins University Press, 2005.

BLAND, David. A History of Book Illustration: the illuminated manuscript and the printed book. Faber, 1969.

FURNARI, Eva. Estudo Sobre Ilustração de Livros Infantis. São Paulo: TGI FAU-USP, Orientação deOdiléia Toscano e Élide Monzeglio, 1976 (tem na FAU)

Fast Girl # 87 – Uhura

Mais cheiro de mofo, Jornada nas Estrelas era o equivalente de Lost na época da TV Globinho e da voluptosa Paula Saldanha, amadurecedora de gônadas de adolescentes naqueles anos de chumbo.
Uhura
Tenente Uhura, que tinha nome mais japonês que o Tenente Sulu, e vestia vermelho e não morria.
Em homenagem a um dos episódios mais ridículos da série, aquele em que a Enterprise era invadida por bolinhas peludas, os Tribbles. Pior que isso, só Spock cantando uma ode a Bilbo Baggins. Crossover dos infernos.

E não é bolinho desenhar só com o olho esquerdo.

Sketchcrawl 25 neste sábado

Acontece nesse sábado, dia 21, a edição nº 25 do Sketchcrawl. Pra quem não sabe, Sketchcrawl é um evento mundial criado por Enrico Casarosa que promove sessões de desenho ao redor do mundo. Todo mundo rabiscando no mesmo dia, na mesma hora, tudo tão “We Are the World”…
No Brasil vai acontecer no Museu do Ipiranga a partir das 10 da manhã.
sketchcrawl
Montalvo é o padrinho do evento em terras brasileiras e em seu blog ele dá mais informações pra quem quiser participar – não precisa ser desenhista ou ilustrador profissional, tem só que gostar de desenhar, sem pagar nada e sem se inscrever, a não ser dar um alimento não perecível pra quem precisa. A vida é simples, my friend.

Fast Girl # 86 – A Feiticeira

Depois de uma semana ausentes, de volta as fofetes e curvetes Fast Girls, no momento desenhadas só com o olho esquerdo, porque o direito tá inoperante por causa de uma pequena cirurgia (como foi a primeira vez que tomei uma anestesia, agora sei por que Michael Jackson tomava isso pra dormir, é kapoft instantâneo e você acorda feito frango sem cabeça de tão tonto e sem noção, do tipo “onde sou, quem estou?”).
Feiticeira
Essa Feiticeira faceira é da abertura do seriado com cheiro de mofo e biscoito Duchen. O marido dela era um publicitário na época do “Madmen” e o ator que o fazia, Dick York, foi trocado por causa da coluna ruim por Dick Sargent e quase ninguém percebeu. Um era focinho do outro..

Ponto Bacon: o ponto em que fica insuportável a bagunça no seu estúdio

Quando era criança, fiquei aterrorizado com esse quadro, que estava em um maldito livro escolar. É a sua versão agonizante do Papa Inocêncio X, os dentes macabros sempre me acompanhavam na turma do medo da escola, que eram o Bebê-Diabo, a Loira do Banheiro e o quadro do Francis Bacon. Mesmo eu, um infante imberbe de uns 10 anos, reconheci um clima de terror e um famigerado clima de Hellraiser ronando esse quadro. E tive o prazer de vê-lo ao vivo, em uma mostra especial a Francis Bacon, que acontecia no Museu Metropolitan de Nova York. Foi muito estranho olhar ao vivo uma imagem que me trouxe terror por um bom tempo e que fez crescer pentelhos brancos de medo, foi quas euma porrada na consciência. Metaforicamente foi o mesmo que ter visto uma foto do bebê-diabo com atestado de autenticidade.
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Sabe-se lá porque a fixação de Francis Bacon com o Papa Inocêncio X, mas sabe-se que tudo veio quando ele viu reproduções gráficas do quadro do mesmo Papa Inocêncio X feito por Velasquez.
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Toda vez que eu acho que meu estúdio/quarto tem camadas de bagunça empilhadas em demasia, eu olho para as fotos do quarto em que Francis Bacon trabalhava e fico mais tranquilo, colocando mais uma pilha de livros em cima da pilha de jornais velhos que já estavam em cima da pilha de caixas da mudança ainda desempacotadas.
Bacon's-Studio
Levariam anos sem faxineira ou sem o carinho de uma vassoura de piaçava pro estudio de qualquer vivente chegar a esse ponto. Mostre as imagens pra sua mulher quando reclamar da sua bagunça. Viva Bacon!
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Os cartazes de produções brazucas de Rogério Soud

Rogério Soud, brilhante ilustrador e amigo, fez um blog chamado Cartaz Ilustrado. Ele postou ali 11 versões suas de cartazes de filmes brasileiros e produções da Rede Globo. Vale a pena ver a versatilidade que o rapaz tem no domínio da caricatura e, pra aumentar a dificuldade, aquareladas. Só para os mais porretas.
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Essa é a versão dele para “Hoje é Dia de Maria”
maysa
E a minha preferida, a “Maysa” olhos-de-gato.

Sintonia fina em andamento

Alguns probleminhas nesse blog novo ainda não foram solucionados, como os posts de 2007 pra trás sem imagens e a frase “Revista Ilustrar, my friend” que aparece em alguns feeds de posts antigos.
É como carro zero, tem que amaciar, mas logo espero que tudo isso esteja resolvido.

Bem vindos à casa nova

Depois de uma semana preparando a transferência do blog, finalmente agora dá pra abrir a casa pra visita.
Bunny
Nada muito elaborado, nada muito bonitérrimo, mas simples e funcional. E sacrificando um bode e uma virgem pra dar certo, esperamos que os engasgos vespertinos não aconteçam mais. O redirecionamento automático do blog deve demorar mais um ou dois dias. Enquanto isso, tentarei tirar o atraso com as Fast Girls e outros posts. Epa.

Enjoy the joy

Fast Girl # 83 – Jeannie é um Gênio

Ela era a alegria das tardes de criança, junto com o biscoito maizena mergulhado no café com leite. Quando tinha biscoito maizena.
jEANNIE
Desde criança sempre achei que o artigo definido da tradução da série era errada. Não deveria ser “Jeannie é uma gênia”? Ou não existe “gênia”? Não soa o mesmo que falar “o vagina”?
Ela era o peixe Beta do major Nelson. Assim como o meu invocado escamoso, ela também morava numa garrafa.
E curiosidade, quem criou a fumegante loira foi o escritor de babosidades mais nem sucedido do mundo, Sidney Sheldon.

Lupe et les petites mademoiselles

O IlustraBrasil 6 terminou, mas tudo bem que no ano que vem tem mais. E o bom de todo IlustraBrasil, pelo menos no momento do suquinho de uva com canapé da abertura do evento, é conhecer gente nova. Principalmente, conhecer ilustradores novos. Yesh, meu hobby é colecionar ilustradores.
lupe1
Uma ilustradora que conheci esse ano, uma adorável pessoa, é a goiana Lupe Vasconcelos. Seu trabalho gigante e recortado ficou ao lado do meu na exposição, realmente não deu pra evitar de olhar pra menina-cafeína.
lupecafe
Limpem os olhos com flanela limpa e vejam que desenhos maravilhosos e alto astral que ela faz. Faz parte do meu time, quem faz arte pra levantar astral, desenhos simpáticos, fofos e com um toque de ingenuidade e outro de transgressividade, tem seu lugar garantido no céu dos ilustradores gente fina.
lupe66
As mocinhas são muito expressivas, e as cores parecem ratinhos que cantam em coro. Por causa da harmonia, mi hermano. Ou tu não assistiu “Babe, o Porquinho Atrapalhado”?