Very Fast Girl # 61 – Princesa Peach

Pois é, mudei os filminhos de casa. O Vimeo tem qualidade melhor, uplodeia (aaargh) mais rápido e não é burocrático. O Youtube estava cortando os audios e nesse último não queria publicar o video porque considerava como material de terceiros. Além disso eu tava recebendo dezenas de pedidos para aceitar um “duelo’ (??) de speed drawing, querendo que eu disponibilizasse respostas para os vídeos. Eu desenho e coloco os vídeos pra divulgar o que eu faço profissional e pessoalmente, não pra diminuir insegurança de fudido.

Fast Girl # 61 – Princess Peach from Hiro Kawahara on Vimeo.

Eps, agora vi que fiz cagada. Cortei a parte de baixo do desenho enquanto o video era capturado. Poha.

Depois eu coloco os outros videozinhos lá, assim fica todo mundo juntinho e aquecido.

Very Fast Girls de casa nova

Eis as Very Fast Girls até agora, no Vimeo. O Youtube não me quer, mas tem gente que quer. Nhé.
Fox.

A minha página no Vimeo onde todas elas serão hospedadas é essa, acho que lá da pra se inscrever.

Hiro’s Fast Girl # 60 – Fox from Hiro Kawahara on Vimeo.

Ellie Fredricksen

Fast Girl # 58 – Ellie Fredricksen from Hiro Kawahara on Vimeo.

Amelie

Fast Girl # 56 – Amelie from Hiro Kawahara on Vimeo.

Bridget Jones

Hiro’s Fast Girl # 59 – Bridget Jones from Hiro Kawahara on Vimeo.

Francesca

Fast Girl # 55 – Francesca from Hiro Kawahara on Vimeo.

Mariana Newlands, pra quem fazer livro é arte

Depois que li o artigo do Umberto Eco sobre a AntiBiblioteca, tirei um peso na consciência e como um ser enrustido de algo ruim, me libertei da culpa de ser um comprador – e não exatamente um consumidor – de livros. Eu compro muitos, muitos livros por mês. Uma boa parte são para pesquisas das lâminas de bandeja, que eu obrigatoriamente tenho que ler, mas muitos, e bote muitos com M maiúsculo, eu compro porque são interessantes. Por causa do tema – principalmente sobre matemática, filosofia da ciência ou bizarrices – ou por que eles são como salgadinhos que acabaram de sair do óleo quente. São apetitosos, você folheia uns minutos, olha pra capa, sente o cheiro de papel e tinta e bam! Saca o cartão do banco e fala com uma hombridade que só uma conta com saldo positivo pode proporcionar: “No débito sim senhora!”.

Lembrem-se que Umberto Eco disse que uma estante de livros não deve ser instrumento do ego do seu proprietário, tem que ser uma ferramenta de consulta para o futuro, e que livros não lidos são tão ou mais importantes que os livros já lidos.

Pois bem, estava eu “desfragmentando” minha estante, o que significa classificar meus livros por assunto, e não deixar “Retalhos” do lado do livro da Nigella, que eu pensei “preciso fazer um post sobre a Mariana Newlands”.

Por que? Por que pra este ser cansado, Mariana Newlands é a melhor designer de livros que existe. Sem exagero ou modéstia. Reparo no trabalho dela desde Persépolis.

Eis algumas capas de livros que eu tenho, dentre as dezenas que ela criou.



Esse, Millor Poesia Matemática, foi paixão à primeira vista. Comprei por impulso quase animal, se o animal tivesse bolsos.

Não conheço Mariana pessoalmente, mas além de parecer muito gentefina, percebe-se que ela tem uma sensibilidade e bom gosto, que quando caminham juntas fazem ótimos filhos. As capas são bem diferentes, não fica engessada em uma só linha, uma só tipografia.

E seus desenhos são meigos e delicados como trabalhos de menina. Lavanda e café expresso exalam do seu site.


Pensando bem, essas designers de livros me pagam. É por causa delas que o pessoal da Livraria Cultura me tratam tão bem.

Fast Girl # 60 – Fox

Se “Wanted” fosse comédia, seria um filme de uma só piada. A bala curva aparece tanto no filme que cansa a beleza da Angelina Jolie, que parece bem cansada mesmo.
Imagine, você morrer porque um pedaço de pano de prato de dedurou.
fox
Tuíte um filme:
Bundão aprende a atirar bala em curva e vira fodão.

A de hoje foi bem rápida mesmo- 15 minutinhos -, e foi feita em lápis 2B digital no Painter 11

Migalhas aquareladas de Curitiba e votem no Jovem Nerd no VMB também.

A palestra na PUC de Curitiba, no evento Charneira, foi muito bacana, muito organizado e muito lotado. E valeu a pena o tempinho que passei do lado de fora depois da palestra batendo papo com a moçada. O ego da gente vai pra copa das araucárias quando tem uma fila de gente querendo seu autógrafo. Tô aqui esperando que a organização me mande umas fotinhas.

Pena que só consegui fazer uns 3 desenhinhos no meu bloco de aquarela enquanto estiva na cidade. Sempre tento fazer alguma coisa quando vou em cidades diferentes nas palestras, mas não dá muito tempo. Não como em NY. O tempo passa rápido quando está se divertindo.

Não sei se isso tem em São Paulo, mas achei essa engenhoca bem bolada, o camelô fica com esse “paraquedas” cheio de CDs piratas com a fita amarrada no pulso. Quando vem o rapa, a gravidade age e numa fração de segundo, o infeliz trabalhador informal corre em desabalada carreira carregando uma bolsa automática, levando seus CDs em segurança.
camelo
Vi esse cachorro dentro de um Gol velhinho. Tudo bem que isso não é exclusividade de Curitiba, mas o cachorro parecia que foi empurrado com pressão no banco do carona da frente, ele cobria todo o espaço e estava todo compactado.
compactdog
E o que vi de mestiças de orientais lindinhas lá…(em japonês é ainokô).
metica
E a passagem em Curitiba foi muito bacana por ter me encontrado com o pessoal do Nerdcast. Uma tarde de batepapo nérdico e divertido.
jovemnerd
Na foto tá o Azaghal, o Jovem Nerd e a Portuguesa. A Sra. Jovem Nerd já tinha ido embora antes. E vi com meus próprios olhos que os caras são para-raios de malucos (vide o Nerdcast 158).

E vou aproveitar pra fazer uma coisa que geralmente não faço: Divulgar um evento que não tem nada a ver com ilustração:

Votem no Jovem Nerd como melhor blog do ano para a premiação do VMB da MTV. Link aqui. Quinta feira vai ser divulgado o ganhador e quem vai ter direito ao regabofe. Link aqui, my friend. Vote e seja feliz.
vmb
Os caras merecem ganhar porque, além de serem gente finas e terem me recebido com um abraço e não com uma pedra na mão, a dedicação que esses caras têm com o Jovem Nerd é tocante.

Boa sorte pra eles e que vossas cabeças estourem.

Toalhinha nova de outubro que saiu em setembro

Para dizer que as Fast Girls não servem para nada, cá está a lâmina de bandeja nova com o tema amplamente genérico de educação ( embora algumas mentes criativas (sic) acreditam que não se aprende nada com cultura inútil), pra fazer uma parceria com uma campanha da Abril. Nhé!

Clica na imagem que ela aumenta de tamanho, oh!

O resultado final, por causa da falta do foco e da amplitude do tema, ficou parecido com sopa de sobra de avó, tem um pouco de tudo. Mas os desenhos ficaram bacanudos.

E o texto da coluna da direita – as dicas – não foi feita por este indivíduo.

Tudo feito com…giz digital.

Fast Girl # 58 – Ellie Fredericksen

Acabei de voltar da palestra do Senac Maria Antonia e foi bem bacana, e acho que o pessoal gostou também.
Como amanhã (ou hoje) já tenho que ir pra Curitiba, vou colocar a Fast Girl de hoje bem rapidinha, que redundância.
Ellie
Sim, isso é uma menina, ou aparenta ser. Quem viu “Up” vai se lembrar da pequena e descabelada Ellie Fredericksen, futura esposa do rabugento Carl Fredericksen, o homem que levantou a casa em um balão. Como o personagem dela foi bem elaborada tanto adulta como criança, e o do Carl também. Dá vontade de espremer as bochechas dela de tão lindinha.
elliecarl

A sequência que vem a seguir, mostrando o envelheciemento do casal é de derreter coração de lenhador. Chorei como menina atropelada nessa sequência e na cena em que ele se liberta da casa depois de Carl ler o bilhete (Obrigado pela aventura, parta para a próxima).

Agora, Fast Girl só na semana que vem.
Quem sabe não vai ter a Sue Johansen como Fast Girl, a Vovó Sexo…huahua!

Fast Girl # 57 – Mitsy Nohara

Fast Girl de hoje é simples, mas é de coração, feito no Photoshop pra variar. Pra quem não sabe, Mitsy Nohara é mãe do pequeno belzebu Crayon Shin Chan, um dos melhores desenhos japoneses politicamente incorretos, junto com Ping Pong Club e Let’s Dance With Papa.
Mitsy
Yoshito Usui, criador, morreu há algumas semanas por causa da lei da gravidade e uma montanha muito alta, deixando órfão peste e milhares de fãs.

Very Fast Girl # 56 – Como pari Amelie

Mais uns dois ou três videozinhos das Fast Girls e vou editá-los com um sanduíche na mão e outro na Cintiq.


Esse o tempo total foi de 18 minutos.

Por que não colocar a música da Amelie ao fundo? Por que é óbvio demais, e eu adoro essa música da Edith Piaf, tão francesa quanto Carla Bruni (ui, Carla Bruni) e que também cheira a camembert e Bejoulais, que é o motto desse desenho que rouba o ar dos pulmões.

Só não chamo esses videos de speed drawing porque não sei porque eu odeio esse termo. É desenho acelerado porque tempo é valiosíssimo mas não tem preço.

Aproveitando o Ano da França nesse blog, acabei de receber essa dica do Soud.
Também quero ser imigrante na França!! Ou virar proxeneta.

Mijei de tantos risos, mas infelizmente é só esse episódio que é risante. O outros, bom, os outros tem o típico humor português que a gente não entende muito – vide o Gato Vira Latas, que coisa bizarra.

Ah, e a de amanhã não tem filminho por que tem a palestra que vou dar no Senac Maria Antonia.

Fast Girl # 56 – Amelie Poulain de novo

Amelie Poulain de novo, porque a outra já estava pronta há tempos e meu ser sentia como se dormisse sobre ossos de galinha carcomidos, incomodado porque parecia que estava roubando no jogo. Feita no Guache Digital, Fine Round Brush, Painter 11.
newamelie
E por quê essa cena? Por que EU TAMBÉM adorava ir nas quitandas perto de casa quando criança pra enfiar o braço nos sacos de feijão, principalmente nos dias de calor. Era tão….fresquinho!! Até o tiozinho enxotar a gente feito cão de três patas. Embora eu também fazia coisas como a cena da antena no telhado com a Amelie pequenininha. Só que fazia isso num ofurô e um pregona casa de uma tia pra lá de desagradável.

Essa Fast Girl e a frase do anãozinho especialmente é dedicado para a Paulinha, uma grande amiga que acabou de se casar em Paris na semana passada. “Aproveite os bons momentos” deve dizer o nanico porcelânico (eu acho). Ou algo parecido, porque meu francês é tão bom quanto meu servo-croata.
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Aproveitando, deixo a dica de um site que me fará perder horas vasculhando, dica do Cris Parentoni que vi lá no Twitter.
O site Leavemethewhite tem uma seção com dezenas de filmes, Amelie incluso, em que eles são destrinchados em centenas de imagens, contando a história do filme em silêncio. Perfeito como referência. Tava caçando as imagens da parte em desenho animado de “Enchanted” (a princesa desenhada é um minhonzinho), e olha só, tudo de bandeja.

Making Of da Francesca

Grande Tesla!

Tentei gravar um filminho com a sessão de desenho com a Francesca pelo Painter, mas o programa nesse quesito parece repartição pública – difícil, complicado e o resultado é fecal. Resolvi usar o SnapZ pra gravar o que acontece na tela e pela primeira vez fui mexer no iMovie. Ainda aprendo a gravar focado só na janela, pro desenho ficar maior.

A música é “Something Special” do Dee Phazz. Porque é divertida, oras.

O bom de se gravar uma sessão de desenho é que você percebe de maneira clara onde você erra. É como você se gravar dando palestras sozinho, a tendência é você ter consciência dos erros e consertar sozinho – nada que um professor não faça de maneira mais rápida.
Preciso por exemplo, ser mais econômico nos traços de rascunhos e treinar melhor em repetir a simetria. Dá pra ver que eu pastei um pouquinho na boca da menina. Mil chibatadas pela hesitação.
Mas, por outro lado, essa é a função das meninas rapidinhas, melhorar o traço praticando, praticando…na menina nº 200 elas vão estar mais azeitadas….opa, meninas no óleo é coisaboa.

O desenho no computador tem um comportamento totalmente diferente do feito à mão, vista em câmera rápida. A fluidez na mão é mil vezes melhor.

Gostei da brincadeira e vou tentar colocar mais filminhos sempre que possível. Não vai dar pra colocar sempre porque dá um trabalho canino editar e postar (gastei mais tempo editando do que desenhando). Como tempo a gente não acha na prateleira, vai ser quando der pra dar.

Fast Girl # 55 – Francesca

A guria rapidinha de hoje denuncia a condição geriátrica de alguns.
Francesca
Essa é para quem tem mais de quarenta e se esbaldava na Sessão da Tarde assistindo “A Festa do Monstro Maluco – The Mad Monster Party”, que passava uma vez por mês. Foi criado em 1967.

No dia seguinte eu ficava imitando os personagens recitando o nome da gostosa ruivinha, que na época era vista em TV preto e branco então era uma morena palatável aos olhos de um quase adolescente, dessa maneira: “Óó Frantchesca! Venha comigo Frantchesca!” Como a gente se divertia com pouco naquela época.

Não duvido que esse filme, e todos os que eram feitos pelo estúdio Rankin/Bass (tinha um da rena do nariz vermelho) deram gotinhas de inspiração para Tim Burton e Harry Selick, somado com os filmes do Ray Harryhausen (quê? não viu “Jasão e o Velo de Ouro” e “Fúria de Titãs”? Fico triste por você).
jackdavis
O design dos bonecos foi feito pelo Jack Davis, cartunista da revista Mad. Tinha Boris Karloff e Peter Lorre dublando as monstruosidades, antecedendo essa coisa de ator graúdo dublar animação pra garantir um sucesso a mais nos dias de hoje.
E o roteiro foi escrito pelo grande Harvey Kurtzman, um dos pais da revista Mad original.

E esse cartaz foi desenhado por nfrankfrazinguém menos que o Frank Frazetta.

E o vampiro tinha a cara do Maluf.

Semana cheia!!

Como diriam os gaúchos, estou atucanado essa semana!
cartazib6
Quinta – 24 – dou palestra no Senac Maria Antonia, faz parte do IlustraBrasil 6, às 20h30. Quem quiser ir é só se inscrever ou ir lá direto.
Sexta – 25 – estarei em Curitiba, no Charneira 09, da PUC – PR.

Eitcha!

Desenha que melhora

O pessoal do blog Massa Cultural postou um vídeo, que na verdade era uma entrevista que vinha encartada na revista Mac + Portfólio há 2 anos atrás, e que eu não sabia que já estava rolando livre leve e solta na net. Esse video foi postado bem antes pelo Maurício Campos, da Commo Design.

Hiro Kawahara – Entrevista from Mauricio Campos – COMMO design on Vimeo.

Caras, como 2 anos fazem diferença!
Eu lembro que a Cintiq ainda cheirava estofamento novo de carro de tão novinha, ainda trabalhava num cubículo ridículo de pequeno e ainda estava aprendendo a andar como ilustrador autônomo. Tem até o Bisteca, carente canino de plantão, roubando a cena. E caso não tenham reparado, tô ali saindo de uma gripe chupando nariz feito moleque sem lenço.

A flamenca era pra sair no IlustraBrasil 4 – e a gente tá na edição 6 – e o nervosismo de desenhar na frente da câmera em poucos minutos era de enxer a bexiga e pedir pra ir no banheiro. Hoje a mesma situação eu tiro da frente até que maneira facinha. Nada como a prática.

Mas o que causa um pouco de vergonha alheia é a qualidade do traço – graças ao sketchbook, dois anos rabiscando todo santo dia no caderninho (coisa que não fazia naquela época) – a qualidade do traço solto, rapidinho, deu uma levantada de uns 10 níveis pra cima, se fosse um videogame.

Como agora mais do que nunca tô investindo nos sketches, no aprendizado e no treino, espero que daqui a 2 anos o traço tenha subido ainda mais de nível. As meninas rapidinhas têm minha benção nesse processo.

Só uma questão de crédito – quem me entrevistou na época foi o Heinar Maracy e a equipe destemida deste.

Fast Girl # 53 – Mulher Gato

A Rapidinha de hoje saiu sem querer, aproveitei de um erro de um trabalho pra um cliente.

Não faço muitos desenhos usando anatomia mais corretinha, mas tô com esse trabalho que pede uns desenhos menos caricaturizados. Enquanto fazia um rascunho do rosto de uma garota, algo derrapou feio e ficou de fora do desenho final. Pra não perder minutos de trabalho à toa, lasca um makeover na guria e um rabisco aqui e uma orelha de Batman ali e nasceu uma Mulher Gato. Acho.

Mas tá séria demais pro meu paladar. De mulher séria já basta as caixas de banco na hora do almoço.

Painter 11 com carvão digital, my friend.

Fofos do mal

Quem não conhece o site Kawaii Not não sabe como o fofo pode ser grotesco.
burito2
O design dos quadrinhos verticais são muito…fofos, todos tem o que eu chamo de “Princípio Pikachu” de candura: dois botõezinhos pretos estrategicamente colocados fazem até um absorvente usado parecer uma carinha feliz.

Eu pessoalmente adouro essas acidezes docinhas. Você pode ser sarcástico sem perder o estilo gráfico cuticuti.

Kawaii em japonês significa algo como “bonitinho”.

Sketchcrawl 24 aqui e no mundo todo, my friend

Essa veio rápido que pegou de surpresa.

Acontece nesse sábado, dia 19, a 24ª edição do Sketchcrawl no mundo inteiro. No mundo inteiro significa EUA, São Paulo, Tupaciguara, onde tiver gente com um lápis, um papel e vontade de desenhar tá valendo.
sktchcwl
Em São Paulo acontece no Jardim Botânico, conforme consta no post do Montalvo.

Que não chova como no último Sketchcrawl, quando vi pela primeira vez chuva cair na horizontal.

Fast Girl # 51 – Betty Boop

Gomenassai pela contínua falta de posts, a loucura das palestras em sequência deste mês e o pouco humor de alguns clientes deixam o mês muito atarefado.

Se não fossem as meninas rapidinhas o blog estaria criando larvas.
betty
Palminhas para a quase oitentona com corpinho de vinte, não são todas que nascem em 1930 e continuam com tudo esticadinho.

Linda “Sarah Connor” Hamilton que o diga. E ela não nasceu em 1930.
lindaveia

Ilustra Brasil 6 – in loco pictus

Como um sujeito feito a facão, serei curto e grosso porque os passarinhos já estão cantando e os ônibus estão começando a circular na rua. São poucas fotos, mas como disseram lá no evento, é de coração e tá limpinho.

O IlustraBrasil 6 começøu oficialmente hoje – kudos para Orlando, Martinez, Chicão, Faoza, Bueno, Soud e todos parrudos que esqueci de mencionar envolvidos na soberba cerimônia, coisa profiça com canapé e bebida em copo de vidro.

Passa lá pra prestigiar a exposição de profissionais, como eu, vivem correndo risco.

Hoje (dia 15) tem palestra com o Orlando às 20h. Dia 24 é a minha, ô responsa.

Ui! Colocaram a minha Frida, a Fada da Fritura, em destaque!!


Ao fundo Rosso e Ricardo Antunes apreciando linhas e cores alheias.


Dei uma entrevista pro Metrópole, da TV Cultura, lá mesmo. Acho vai pro ar hoje. Tem o Gabriel Bá sendo entrevistado ao fundo.

Eu no meio da bela e a fera, Samanta Floor e o gigante gentil Tio Faso, do Marcamaria. Essa foto é da Naomi Covacs.


No final aconteceu um Bistecão Ilustrado All Star Edition. Celebração à base de carne vermelha e álcool, mais selvagem impossível.

Assim que eu conseguir mais links do evento eu posto aqui.

Fast Girl # 50 – Noviça Rebelde

Ou era ela ou eram os filhos Von Trapp vestidos de cortina. Como acabei de voltar da abertura do IlustraBrasil 6 e do Bistecão All Stars Edition, a prole austríaca foi preterida pela Maria, a noviça que era ligada no 220 volts e era a Fluoxetina espanta-tristeza daquela época.

Foi grafite com aquarela digital no Painter 9.