Inserindo um trauma permanente de infância em 15 segundos e um clique.

Pra dizer que não tem nada a ver com desenho, isso se parece muito com as idéias deturpadas de quadrinhos alternativos, mas é só uma desculpa pra mostrar essa foto que mostra que nem tudo o que é fofo, macio e agradável pode se tornar uma lembrança de uma infância feliz. Que coelho sinistro da porra! Se essa menina virasse uma ilustradora teria criado o livro “Suicide Bunnies”. Ou teria concebido um filme como “Donnie Darko”, o melhor filme que eu não entendi nada que já vi até hoje.

Não precisa ir muito longe. Meus maiores traumas de infância vem de um aprazível sorvete Chica-Bom e daqueles plásticos coloridos que simulavam TVs coloridas na década de 70. Um dia vou escrever um livro dos porquês disso.
















Nussa, da onde vc tirou essa foto Hiro?!
Minha filha não chegaria nem perto desse coelho, quanto mais sentar no colo dele! Olha a cara de safado do bicho! tá loko!
Sou contra essas fantasias mal feitas, e tb contra miniaturas chinesas “dublês”, onde os olhos nunca são pintados nos lugares certos!
Abraço.
É um coelho sinistro mesmo.
Reparou também no pezinho de boneco ou criança ali no canto inferior esquerdo? Dá até uma idéia do que poderia acontecer depois…
Poxa, Hiro, eu adorava aqueles plasticos coloridos.
Eles eram projetados para se assistir jogo de futebol e filme de caubói(tinham faixa azul para o céu, magenta para a galera e verde para o gramado).
Era possível inverter também e ter céu verde e chão azul. o maior barato.
Eu também simulava TV colorida assistindo Johnny Quest através de uma régua de plástico. Nas beiradas a régua fazia um prisma e a luz se dividia, gerando um espectro luminoso.
Tomando Crush e olhando a língua no espelho então, era uma beleza.
abs
spacca
Spacca, isso (o prisma colorido da régúa de plástico para assistir Johnny Quest!) explica MUUUITA coisa…
Hiro, o coelho é maravilhoso mas o Alarcão encaminhou um pedido ao Marco Carillo que vai mudar sua vida (certamente mudou a dele)…
Abraço!
Pôxa, eu também fazia isso (a coisa da régua), mas com o fundo do copo. Isso só dava gás pros meus tios ficarem falando pros meus pais que eles tinham um filho autista.
Legal Bruno. Mandem aqui que o Natal tá chegando…