Como fazer arte com um cachorro de maneira (quase) decente e respeitosa
Depois do post amargurante com gosto de bile de Natividad, o cachorro que foi morto em nome da arte por um tapado visceral, aparece um outro cachorro também relacionado com a arte. Mas dessa vez, é a própria unidade cinófila que produz a arte.

Tylamook Cheddar, que tem a felicidade de não se traumatizar por causa do nome. Jackson Pollock morreu e deve ter se reencarnado pela metade em Tylamook.
Não encontrei no site como que o canito pinta, mas não deve ser amarrando um lápis no rabo. Ou será que é?

Nem quanto custa cada quadro, mas seu dono, assim como o dono do Marley, deve estar dando graças a Deus por não terem comprado um gato no lugar dos canídeos.
Enquanto isso, meu Bisteca só sabe comer e mijar no vaso. Tá na hora dele começar a pagar o aluguel.
















“Portrait of the dog as a young artist” é de-mais!
E a assinatura? Quero um quadro dele djá!
Mas isso é exploração de trabalho canino!
Pelo menos ele é educado, mija no vaso.
Eu já soube de elefantes e orangotangos pintores, cachorro é a primeira vez.